jul 07, 2017 | Por Mandy em Publieditorial, Reflexão, Starving recomenda

Eu, meus crushes e o happn

Não sou muito de falar da minha vida pessoal por aqui e nas redes sociais mas, quem me acompanha há mais tempo, sabe que eu namorei durante 10 anos – sim, 10 anos! rs… Desses 10, morei junto 4. Ou seja, é MUITO tempo. Um terço da minha vida com a mesma pessoa. Estou solteira desde o final de 2015 e essa experiência tem sido super importante pra minha evolução pessoal – e divertida também, claro! rs

Logo nessa época, saí com a , do F-uti, para conversar sobre meu término e ela me apresentou o happn. Me incentivando a baixar o aplicativo, ela me mostrou como funcionava e achei aquela novidade tecnológica super interessante, rs…

Tenho amigas que não se sentem muito à vontade de usar aplicativos de paquera, mas eu sou super a favor. Acho uma mão na roda e um grande facilitador na hora de conhecer novas pessoas. Com o happn então, fica ainda mais fácil, porque você cruza com as pessoas que andam por onde você passa (em um raio de 250m). Então, volta e meia rola de ir em um evento/festa e cruzar no happn com quem você achou interessante, mas teve vergonha de flertar pessoalmente, rs…


Quando você cruza com um cara bonitinho…


…e dá Crush!

Conheci pessoas bem legais no happn e comecei a incentivar minhas amigas solteiras a usarem também. Uma delas, inclusive, conheceu seu atual namorado no aplicativo e eles estão morando juntos há alguns meses. De nada, Cris, rs… #madrinha

Bom, como usuária do aplicativo há um ano e meio, achei bem legal quando o pessoal do happn me procurou para contar um pouco da minha experiência com o app. E olha, vou falar que o que eu tenho é história pra contar, viu, rs…

O meu primeiro encontro do happn (e o primeiro EVER depois de 10 anos!) foi também a história mais bizarra de todas, rs… Depois de algumas mensagens com um menino bonitinho que já tinha visto através do happn da Jô, descobri que ele morava na minha rua, apenas alguns prédios depois do meu. Uns dias se passaram e combinamos de tomar um chopp em um bar perto da nossa casa. Foram horas e mais horas de papo e uma conexão bem legal. De madrugada, na hora de ir embora do bar, perdemos a noção da periculosidade que o Rio de Janeiro possui e resolvemos voltar a pé, já que estávamos bem perto de nossas casas – praticamente na esquina. E eis que, um cara salta de um carro do nosso lado, com uma arma na mão, e assalta a gente.

SIM, fui assaltada com o crush no meu primeiro date pós-solteira. Resultado: levaram minha bolsa com tudo dentro e a carteira dele. Adivinhem aonde foi o segundo encontro?! Na delegacia fazendo B.O. juntos no dia seguinte, hahaha. Depois disso, continuamos saindo algumas vezes. Aí os encontros foram diminuindo e ele voltou a morar em São Paulo. Mas taí uma história que depois do acontecido virou cômica, rs…

Sabe aquele encontro que você meio que não espera muita coisa porque a pessoa mora longe e está de passagem na sua cidade? Então… Esse foi um que me surpreendeu positivamente. Encontrei com ele em um festival de cerveja e o date já começou engraçado porque tem certas coisas que só acontecem comigo.

Marquei com o crush no evento e, quando vejo ele vindo de longe na minha direção (“nossa, que graça!“, pensei), eis que surge: meu pai, meus primos e meu irmão. “Amanda, o que você tá fazendo aqui? Nem avisou que vinha! Vamos ali pegar uma cerveja!”. O crush dá meia volta e some, envergonhado, claro. Eu: “Ehhhh, vim encontrar uma amiga. Preciso ir no banheiro. Vejo vocês depois, beijo”. Mensagem pro crush: “Ei, volta aqui, eles já foram, rs”. Crush responde: “Ok, haha 🙊”. Eu pensando: “Ufa, graças! Não perdi o crush”. Papo vai, papo vem e mais algumas cervejas depois a vida aconteceu (leia-se, os beijos, haha) e tudo deu certo.

Eu já estava crente que nem ia mais encontrar com ele novamente, mas marcamos mais um encontro antes dele ir embora. Depois de duas semanas nos encontramos em São Paulo e continuamos nos falando, todos os dias, por quase dois meses. Só paramos de nos falar por um tempo porque eu estava envolvida mais seriamente com outra pessoa. Esse relacionamento acabou não dando certo e foi então que voltamos a trocar mensagens. Nos encontramos mais duas vezes em São Paulo (ele não mora lá, mas é o meio do caminho, rs) e continuamos nos falando frequentemente e, o que tinha tudo para nunca mais acontecer, acabou virando uma relação super bacana. Eu sei que não vai evoluir para algo mais sério, ele também e tá tudo certo. Sabe quando tudo flui naturalmente e não existe pressão, nem joguinho?! O que vale é o carinho e os momentos legais que passamos juntos de vez em quando. 

Um dos meus primeiros encontros foi com um menino que, assim que eu o vi no happn, pensei: “Opa! Te conheço e não é de hoje“… “Oi, você não é amigo da Fulana?!”; “Sim, também lembro de você, rs“. Depois disso, foram alguns encontros e desencontros e essa amiga em comum volta e meia acaba nos “unindo”. O legal, é que independentemente de qualquer coisa, criou-se uma amizade bacana e hoje em dia até trabalhamos juntos em algumas ocasiões. #MandaJobs, rs…

• • •

Tive algumas outras experiências com o happn que também foram histórias interessantes. Acho que sempre temos algo pra aprender e vivenciar. Entre levas de meses usando e outras não, me vejo em um00a terceira fase com o aplicativo e conhecendo novas pessoas. Certamente terei mais casos para contar daqui a um tempo, rs…

Alguém tem experiências legais com aplicativos de relacionamento para compartilhar?! Quero saber! rs… E quem ainda tem dúvidas sobre usar ou não, eu só digo uma coisa: se joguem! :) Pode até dar um pouco de preguiça no começo, eu entendo, mas certamente pode valer a pena. 😉

Beijos,
Mandy

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jul 06, 2017 | Por Mandy em Por Aí

#StarvingPorAí no Peru :: Me hospedando no JW Marriott El Convento em Cusco

Uma das coisas legais da minha viagem ao Peru foi poder me hospedar em diferentes estilos de hotéis. Durante meus dias em Cusco, tive oportunidade de conhecer o JW Marriott El Convento, um hotel maravilhoso localizado num prédio que costumava ser um convento do séc. XVI! Já dá para imaginar que o contraste das construções antigas com as contemporâneas é incrível, né?!

O hotel demorou cerca de 6 anos para ficar pronto, já que grande parte da construção original foi mantida e, durante o processo, foram realizadas várias escavações que levaram a descobertas de objetos da época do império inca. Inclusive, o hotel possui um museu com acervo de todos esses objetos encontrados ao longo de sua estruturação.

O nosso primeiro dia em Cusco foi de descanso total, para acostumar com a altitude. Então, ficamos o dia inteiro relaxando e aproveitando o hotel. Aliás, recomendo muito as quesadillas e as sopas de lá! Pedimos no room service assim que chegamos e estavam maravilhosas. Até repetimos o pedido outro dia, rs…



Lobby do hotel


Pancho! <3


Pátio interno do hotel

O pátio interno é, certamente, o lugar mais bonito do hotel. A construção desse claustro impressiona bastante. Às vezes, durante o dia, eles servem parte do café da manhã lá. A noite tiveram alguns “eventos” enquanto eu estava hospedada e foi ótimo poder chegar cansada de um passeio no fim do dia e aproveitar esse pátio com churrasco – com direito a marshmallow na fogueira – e chá quentinho. Tudo isso incluso na diária. É nesse pátio também que o Pancho, a alpaca do hotel, descansa. Imaginem tomar café ao lado de uma coisa fofa dessas?! rs…

Café da manhã de hotel é sempre uma tentação, né?! Eu tentei comer coisas diferentes todos os dias, mas o omelete feito na hora rolou nas 5 manhãs, rs… Na verdade, são várias opções de pratos feitos com ovo: poché, mexido, cozido, omelete, frito,.. Além disso, várias opções de pães, geléias, frios, frutas, leites (tinha sem lactose!), etc.

Ah! Assim como em vários lugares de Cusco, o hotel oferece, gratuitamente, chá de coca a qualquer hora do dia. Além de manter a gente aquecido, ainda ajuda a evitar o famoso soroche, o mal de altitude.

Eu fiquei em dois quartos enquanto estive lá, mas achei o do subsolo mais legal exatamente por causa dessa ‘vista’, rs… É que essas acomodações são as únicas que ficam ao lado da parede inca original do antigo convento. Só não recomendo esse andar para quem tenha algum tipo de claustrofobia, rs… Aí, é melhor optar por um quarto comum. De qualquer forma, todos são SUPER confortáveis e possuem essa cama maravilhosa que me dava uma preguiça imensa na hora de levantar todas as manhãs.

Sobre os valores, as opções começam a partir de R$700/800 a diária (no Booking) na alta temporada e é um dos hotéis mais legais de Cusco. É uma opção com preço mais elevado, claro, mas para quem quiser se hospedar em um cinco estrelas na cidade, certamente essa será uma ótima experiência!

O hotel fica bem perto da Plaza de Armas, área central de Cusco, e do lado de vários restaurantes e lojinhas. Fizemos quase tudo a pé por ali e pegamos táxi poucas vezes. Aliás, eles tinham acabado de lançar o Uber quando chegamos lá, então é mais uma opção de transporte para lugares mais distantes. ;)

​JW MARRIOTT EL CONVENTO
Esquina de la y, Calle San Agustin & Ruinas, Cusco

Quero subir logo os posts com as dicas de Cusco! Espero que até semana que vem consiga fazer todos. :) Quem quiser conferir as dicas de Lima, tem aqui.

Beijos,
Mandy

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