jul 24, 2017 | Por Mandy em Compras, Por Aí

#StarvingPorAí no Peru :: Os melhores lugares para comprar artesanato em Cusco

Não tem como andar por Cusco e não ficar encantada pelo artesanato local. Encantada e, ao mesmo tempo, confusa. A oferta é muito grande e são diversas lojinhas, feiras, vendedores nas ruas,… É muito fácil ficar meio perdida e na dúvida do que comprar. Depois das minhas andanças de 5 dias pela cidade, selecionei os lugares onde encontrei as peças mais diferentes. Por ser um artesanato bem típico, facilmente a gente encontra as mesmas peças em vários lugares, então a dica é controlar o impulso, olhar tudo antes e depois comprar.

LOJAS DA VILA
Essa vila tem umas lojas bem legais. Dá para encontrar objetos para casa, tecidos, bolsas, acessórios de prata,… Tem de tudo um pouco. A vila é pequena, mas uma graça! E ainda fica no caminho de um restaurante bom chamado Pachapapa. Não consegui achar o endereço, mas fica na Cuesta de San Blas quase na esquina da Carmen Bajo.

LOJA DAS BOLSAS
Essa foi a loja com as bolsas mais bonitas que vi por lá. Além dessas coloridas de corda, tem também várias de couro igualmente lindas. Acabei comprando uma mochila (55 soles) e uma de couro (95 soles). São várias variações de tamanho e tonalidades.

Calle Marquéz, 268

MERCADO PISAC
É um dos mercados mais conhecidos de Cusco. Fica um pouco distante, mas é super tranquilo de ir de Uber – agora eles têm Uber por lá! Eu cheguei meio no final, perto das 17h, mas mesmo assim deu para dar uma volta no mercado e comprar algumas coisas, como aquele chapéu preto que eu usei em várias fotos da viagem, rs… Lembrando que é sempre bom pechinchar. A prática é SUPER comum. Por exemplo, o tal chapéu era 80 soles e eu paguei 50! ;)

MERCADO SAN PEDRO
É bem diferente do mercado de Pisac. Em um local fechado, tem barracas de artesanato misturadas com as de comida. Tem MUITA coisa e é fácil se perder no meio de tanta opção. Foi lá que comprei uns tecidos estampados para fazer almofadas. Acabei achando que valia bem mais a pena do que comprar elas prontas. Tem muita opção gastronômica também, mas acabei tomando apenas um suco (de lúcuma – estava maravilhoso!). Confesso que fiquei um pouco enjoada com as barracas de açougue com tanta carniça exposta. O cheiro incomoda um pouco e acabei optando por almoçar em algum lugar fora dali.

GALERIA
Já tinha passado nessa ‘galeria’ algumas vezes, mas só entrei no último dia. Não é muito grande, mas tem umas peças bem diferentes. Acabei comprando uma vela toda decorada e uma pulseira. Passei todos os dias procurando algum acessório local, mas que não tivesse uma cara super ‘típica’. Esse artesão faz os acessórios mais bonitos que vi na cidade, misturando diversas pedras com as mais diferentes cores de linha. A minha tem a pedra da ‘pacha mama’, ou seja, a mãe terra (pena que não tirei foto dela). Adorei as combinações que ele faz de tons terrosos com neon. Ele fica bem na entrada da galeria do lado esquerdo e a galeria fica ao lado da Iglesia de la Compania de Jesus, na Plaza de Armas.

CENTRO TÊXTIL
Essa foi uma das visitas mais interessantes no centro de Cusco! Lá pudemos ver como as artesãs fazem esses tecidos maravilhosos. Todo o processo, desde a tosa da lhama, passando pela produção do fio, coloração e tecelagem é incrível! Tudo é tingido com produtos naturais e algumas peças demoram até 6 dias para serem produzidas. O centro fica em uma vila super simpática que conta com um mini mercadinho com peças que essas famílias fazem. Difícil não sair de lá com alguma coisa depois que a gente vê como é feito! <3

Av El Sol 603

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Sei que estou mega em falta com os posts de Cusco! Ainda tem mais 2 para entrar (sobre os passeios da Rainbow Mountains, Vale Sagrado e Machu Picchu!) e espero conseguir subir em breve! Quem quiser ir acompanhando a minha viagem atual pela Colômbia, estou postando tudo no Instagram – e claro que terão posts aqui também! :)

Beijos,
Mandy

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jul 07, 2017 | Por Mandy em Publieditorial, Reflexão, Starving recomenda

Eu, meus crushes e o happn

Não sou muito de falar da minha vida pessoal por aqui e nas redes sociais mas, quem me acompanha há mais tempo, sabe que eu namorei durante 10 anos – sim, 10 anos! rs… Desses 10, morei junto 4. Ou seja, é MUITO tempo. Um terço da minha vida com a mesma pessoa. Estou solteira desde o final de 2015 e essa experiência tem sido super importante pra minha evolução pessoal – e divertida também, claro! rs

Logo nessa época, saí com a , do F-uti, para conversar sobre meu término e ela me apresentou o happn. Me incentivando a baixar o aplicativo, ela me mostrou como funcionava e achei aquela novidade tecnológica super interessante, rs…

Tenho amigas que não se sentem muito à vontade de usar aplicativos de paquera, mas eu sou super a favor. Acho uma mão na roda e um grande facilitador na hora de conhecer novas pessoas. Com o happn então, fica ainda mais fácil, porque você cruza com as pessoas que andam por onde você passa (em um raio de 250m). Então, volta e meia rola de ir em um evento/festa e cruzar no happn com quem você achou interessante, mas teve vergonha de flertar pessoalmente, rs…


Quando você cruza com um cara bonitinho…


…e dá Crush!

Conheci pessoas bem legais no happn e comecei a incentivar minhas amigas solteiras a usarem também. Uma delas, inclusive, conheceu seu atual namorado no aplicativo e eles estão morando juntos há alguns meses. De nada, Cris, rs… #madrinha

Bom, como usuária do aplicativo há um ano e meio, achei bem legal quando o pessoal do happn me procurou para contar um pouco da minha experiência com o app. E olha, vou falar que o que eu tenho é história pra contar, viu, rs…

O meu primeiro encontro do happn (e o primeiro EVER depois de 10 anos!) foi também a história mais bizarra de todas, rs… Depois de algumas mensagens com um menino bonitinho que já tinha visto através do happn da Jô, descobri que ele morava na minha rua, apenas alguns prédios depois do meu. Uns dias se passaram e combinamos de tomar um chopp em um bar perto da nossa casa. Foram horas e mais horas de papo e uma conexão bem legal. De madrugada, na hora de ir embora do bar, perdemos a noção da periculosidade que o Rio de Janeiro possui e resolvemos voltar a pé, já que estávamos bem perto de nossas casas – praticamente na esquina. E eis que, um cara salta de um carro do nosso lado, com uma arma na mão, e assalta a gente.

SIM, fui assaltada com o crush no meu primeiro date pós-solteira. Resultado: levaram minha bolsa com tudo dentro e a carteira dele. Adivinhem aonde foi o segundo encontro?! Na delegacia fazendo B.O. juntos no dia seguinte, hahaha. Depois disso, continuamos saindo algumas vezes. Aí os encontros foram diminuindo e ele voltou a morar em São Paulo. Mas taí uma história que depois do acontecido virou cômica, rs…

Sabe aquele encontro que você meio que não espera muita coisa porque a pessoa mora longe e está de passagem na sua cidade? Então… Esse foi um que me surpreendeu positivamente. Encontrei com ele em um festival de cerveja e o date já começou engraçado porque tem certas coisas que só acontecem comigo.

Marquei com o crush no evento e, quando vejo ele vindo de longe na minha direção (“nossa, que graça!“, pensei), eis que surge: meu pai, meus primos e meu irmão. “Amanda, o que você tá fazendo aqui? Nem avisou que vinha! Vamos ali pegar uma cerveja!”. O crush dá meia volta e some, envergonhado, claro. Eu: “Ehhhh, vim encontrar uma amiga. Preciso ir no banheiro. Vejo vocês depois, beijo”. Mensagem pro crush: “Ei, volta aqui, eles já foram, rs”. Crush responde: “Ok, haha 🙊”. Eu pensando: “Ufa, graças! Não perdi o crush”. Papo vai, papo vem e mais algumas cervejas depois a vida aconteceu (leia-se, os beijos, haha) e tudo deu certo.

Eu já estava crente que nem ia mais encontrar com ele novamente, mas marcamos mais um encontro antes dele ir embora. Depois de duas semanas nos encontramos em São Paulo e continuamos nos falando, todos os dias, por quase dois meses. Só paramos de nos falar por um tempo porque eu estava envolvida mais seriamente com outra pessoa. Esse relacionamento acabou não dando certo e foi então que voltamos a trocar mensagens. Nos encontramos mais duas vezes em São Paulo (ele não mora lá, mas é o meio do caminho, rs) e continuamos nos falando frequentemente e, o que tinha tudo para nunca mais acontecer, acabou virando uma relação super bacana. Eu sei que não vai evoluir para algo mais sério, ele também e tá tudo certo. Sabe quando tudo flui naturalmente e não existe pressão, nem joguinho?! O que vale é o carinho e os momentos legais que passamos juntos de vez em quando. 

Um dos meus primeiros encontros foi com um menino que, assim que eu o vi no happn, pensei: “Opa! Te conheço e não é de hoje“… “Oi, você não é amigo da Fulana?!”; “Sim, também lembro de você, rs“. Depois disso, foram alguns encontros e desencontros e essa amiga em comum volta e meia acaba nos “unindo”. O legal, é que independentemente de qualquer coisa, criou-se uma amizade bacana e hoje em dia até trabalhamos juntos em algumas ocasiões. #MandaJobs, rs…

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Tive algumas outras experiências com o happn que também foram histórias interessantes. Acho que sempre temos algo pra aprender e vivenciar. Entre levas de meses usando e outras não, me vejo em um00a terceira fase com o aplicativo e conhecendo novas pessoas. Certamente terei mais casos para contar daqui a um tempo, rs…

Alguém tem experiências legais com aplicativos de relacionamento para compartilhar?! Quero saber! rs… E quem ainda tem dúvidas sobre usar ou não, eu só digo uma coisa: se joguem! :) Pode até dar um pouco de preguiça no começo, eu entendo, mas certamente pode valer a pena. 😉

Beijos,
Mandy

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